Land for sale in Salvaterra de Magos, Portugal — €185,000
6,090 m² plot · €30/m²

- Location
- Salvaterra de Magos, Portugal
- Plot size
- 6,090 m²
- Price
- €185,000
- Price per m²
- €30/m²
- Listing type
- Urban plot
- Zoning
- Developable Urban Area
About this land
Quinta com muito potencial em Foros de Salvaterra: Terreno misto, com casa típica ribatejana, vários anexos seguidos dos quais contamos com adega, casa de forno, casa da lenha, cozinha de fumeiro. O terreno tem ainda um poço, tem eletricidade e água de rede. Poderá fazer várias habitações aproveitando o que já esta descrito, podendo ainda ter a possibilidade de montar um negócio para alojamentos de longa ou curta duração, ou mesmo para habitação própria permanente, a extensão do terreno, nestas terras férteis ainda tem a possibilidade de cultivo de arvores ou agricultura. Não perca esta oportunidade! Marque já a sua visita! TEL. História e Curiosidades: Salvaterra de Magos As origens de Salvaterra de Magos são bem antigas, não fosse esta uma região fértil e com diversos cursos de água, como se pode confirmar na vizinha Muge que prima pelos muitos vestígios pré-históricos, e também Romanos. Em Abril de 1383 foi assinado em Salvaterra de Magos o Tratado de casamento entre D.Beatriz de Portugal e D.João I, rei de Castela e Leão. Em 1542 Salvaterra de Magos é cedida ao Infante D. Luís, que ali mandou construir o famoso palácio real, em cujas tapadas se realizaram grandes caçadas ao javali e se tornaram célebres as corridas de Toiros, tendo aqui ocorrido um episódio histórico: o 7º Conde de Arcos pereceu na arena do Teatro de Salvaterra de Magos, inaugurado por D. José, e seu pai, o Marquês de Marialva vingou a morte do seu filho descendo à arena e matando o touro. O Paço Real, os esplendorosos Jardins, o Teatro de ópera e a Arena de Touradas foram destruídos num grande incêndio em 1824, restando hoje em dia apenas a Capela Real e as instalações da Falcoaria. Nesta vila cercada por férteis lezírias povoadas por Cavalos, um dos maiores bens da região, vale a pena conhecer o que ainda resta do Paço Real, nomeadamente a Capela e a Falcoaria, e também a Igreja Paroquial de S. Paulo, datada de 1296, a Igreja da Misericórdia do século XVII, a bonita Fonte do Arneiro de 1711, a grandiosa Ponte Ferroviária Rainha Dona Amélia, segundo projecto de Gustave Eiffel, datada de 1903, e um dos locais mais célebres da localidade, a Praça de Touros de Salvaterra de Magos, inaugurada em 1920 e ainda hoje uma das Praças com mais espectáculos tauromáquicos ao longo do ano. Salvaterra de Magos é conhecida pela criação de cavalos e toiros que aqui encontra as condições perfeitas, de verdejantes férteis campos planos a perder de vista. Foros de Salvaterra A história da freguesia de Foros de Salvaterra está intimamente ligada com a da sede do concelho (Salvaterra de Magos). Foi no seio desta que teve a sua origem e a ela pertenceu até 23 de Dezembro de 1984, altura em que assumiu o estatuto de freguesia, deixando de ser “o lugar de Foros de Salvaterra”. Recuando no tempo, o concelho de Salvaterra foi fundado em 1295, por foral de D. Dinis, que o mandou povoar. O seu clima, fertilidade dos solos e abundante caça motivaram que fosse local de preferência para os reis da I Dinastia. D. João I, Mestre de Avis, determinaria que se fizesse coutada, fazendo dela diversas doações. A atractividade desta terra cativou, ao longo dos séculos, outros vultos eminentes da sociedade portuguesa e estrangeira. Em 1845, a junta da paróquia de Salvaterra de Magos decidiu criar o “aforamento” daquela vasta área de terreno, em que se constitui hoje parte do concelho. O processo tinha como objectivo o desbravamento de todo o matagal que cobria o solo, tornando-o cultivável. O aforamento das terras foi um sucesso, surgindo novas formas de explorar a terra. Tudo isto cativou a fixação de pessoas naqueles territórios. No início do século XX, a transformação de Foros de Salvaterra era assim uma realidade, sendo bem visíveis as vastas extensões de plantio de vinha e as grandes manchas de floresta (eucalipto e pinhal). Em 1934 terminou a construção de uma o.





